A aventura começou, e antes mesmo de terminar as aulas teóricas a professora Adriana nos orientou a procurar a unidade escolar (UE) para a realização das observações da estrutura física e pedagógica da escola. A procurar por escolar na maioria das vezes é bastante complicada uma vez que há uma resistências das mesmas em receber estagiário. Outras escolas não têm essa resistência, porém geralmente pegam poucos estagiários, ou seja, quem chegar primeiro fica coma vaga. Sobre essa resistência, acredito que talvez seja pelo que eu chamo de movimento crítico-extrativista, ou seja, a atitudes de julgamentos por parte de alguns estagiários, que apenas vão ao ambiente escolar criticam sem considera o contexto que a escola está inserida, e sem apresentar possíveis soluções para os ditos problemas apontados. Dessa forma, alguns estagiários, extraem os dados, sob uma perspectiva critica julgadora sem um feedback adequado, o que consequente acaba colocando a escola em uma situação complicada de inferiorizarão, fazendo-as fechar as portas para novos estagiários.
Como essa é a segunda vez que encaro essa jornada, de certa forma quando sai a procura de uma escola campo para observa-las eu meio que já estava preparado para leva "uma porta na cara". No entanto, tive sorte e na primeira tentativa consegui a vaga para desenvolver as atividades do estágio, na Escola Estadual Elis Regina*. Uma das únicas dificuldades encontrada relacionado a busca pela escola, foi a questão de regularização das fichas de estágios, já que após esse primeiro contato com a escola, a coordenadora de estágio da UE, se afastou por algumas semanas para uma formação continuada, e acordo com a outra coordenadora da escola não havia ninguém para substitui-la.
A professora Adriana preencheu a ficha de estágio com os nomes dos alunos e um projeto informando como a disciplina acontece e encaminhou para central de estágio na universidade, que encaminhou para delegacia regional de ensino que por fim encaminhou para a unidade escola que pretendíamos estagiar. A professora nos orientou também como preencher as fichas de estágios, algumas para entregar antes de começar as observações e outras para entregar após a realização do estágio. Tivemos uma aula toda, sobre o que são as fichas e como preenche-las passo a passo.
Além das fichas a professora solicitou um plano de atividades para serem desenvolvidas no estágio, com o objetivo de facilitar as observações no ambiente escolar, uma vez que teríamos um objetivo a cumprir. Alguns alunos apresentaram dificuldades e resistência a essa atividade, pensado nas dificuldades a professora apresentou um modelo preenchido do plano, sobre a resistência a professora falou dos objetivos da atividade e de como poderia ajudar na realização do estágio. Ainda assim, alguns alunos incluindo eu, não entregaram o plano de atividade, cheguei a esboçar o meu plano no entanto não entreguei e hoje percebo que caso tivesse terminado e entregue teria sido mais fácil desenvolver o estágio.
E assim com o plano de atividades de estágio e as fichas preenchidas e assinadas, pelo alunos, pela professora de estágio, pela coordenadora de estágio e pelo responsável pela central de estágio da universidade, poderíamos parti para as atividades práticas antes mesmo de acabar as aulas teóricas.
* Com o objetivo de evitarmos algum tipo de exposição da
instituição ou das pessoas que colaboraram para a realização das atividades
obrigatórias do estágio supervisionado, não utilizamos aqui os nomes reais da
escola, dos educadores e dos alunos envolvidos no estágio realizado. Conforme
orientação recebida durante a disciplina de Prática
de Ensino e Estágio Supervisionado em Língua Inglesa e Literatura I.
Postagem atualizada!
ResponderExcluirEu te disse eu te disse que penso com propósito... Peço com objetivo.
ResponderExcluirAtenção às flexões. "a procurar por escolar"?